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Projeto da CMF “Dinamizar a Baixa”- “ABRE A PORTA AOS AMIGOS”

15 de Janeiro de 2014

A Aliança Cívica “Salvar Faro, com Coração” (SFC), liderada pelo antigo edil farense José Vitorino, critica fortemente o projeto “Dinamizar a Baixa”, recentemente anunciado pela Câmara Municipal de Faro (CMF), considerando que “esperava encontrar um indispensável Programa consistente para a Baixa”, mas conclui que, “em vez disso é uma coisa que “abre a porta aos amigos”, revela grandes incapacidades nos planos económico e de gestão, não tem significado e exclui parceiros relevantes”. Assim, aquela organização defende, em nota de imprensa, que “a iniciativa deve ser anulada e profundamente reformulada”.

Rua St Ant Faro

 “Abre portas aos amigos”, porque no “Regulamento diz que o júri  pode aceitar candidaturas que não satisfaçam as condiçõe, quando o próprio Regulamento as impõe, o que vai permitir todo o tipo de discricionariedades. Falta também transparência, porque não se sabe quem compõe o júri. Além disso os concorrentes estão proibidos de recorrer se não concordarem com algo sobre o Concurso…”, sublinha SFC.

Para que não restem dúvidas, a Aliança Cívica farense explana mais algumas das suas dúvidas: “A iniciativa revela grandes incapacidades nos planos económicos e de gestão porque os candidatos não podem ver as lojas antes de se candidatarem, desconhecendo a localização, tipo, área, valor das rendas (depois dos primeiros nove  meses ,em que estão pré-fixados) e outras condições contratuais! Não há condições de base para preparar um projeto sustentável e sério: como conceber o valor do investimento, a viabilidade económico-financeira, um plano de marketing e até decidir se interessa para uma determinada atividade, sem esses dados? Seria trabalhar no abstrato, do tipo tiro no escuro. Tudo tem que ser previamente definido”.

Cafe e Chocolate pontinha

Sempre em tom muito crítico, SFC considera que “os apoios são de pouca monta, quando tinham de ser significativos e apelativos, de preferência associados à banca e outros aspetos”. Além disso, pela sua natureza empresarial, acrescenta a aliança cívica, “associações relevantes como a ACRAL,CEAL e ANJE não podem ficar excluídas da parceria, como estão”.

A concluir, “perante os profundos problemas estruturais da Baixa”, SFC  “exige um vasto Programa, com várias componentes, em vez deste minimalismo. Mesmo especificamente para o que é proposto, além das graves limitações expostas, iriam apenas ser selecionadas cinco candidaturas e com apoios de reduzido alcance, não criando massa crítica de relançamento da Baixa”.

  

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