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Opinião de Carlos Martins: “Muito há a fazer para apoiar a pesca tradicional”

31 de Agosto de 2014
Passadas quase duas décadas voltei a estar uma noite numa traineira tradicional para a faina da sardinha, sendo mais um marítimo a bordo. Durante oito horas tive o previlégio de acompanhar a aparelhagem da embarcação, de sentir as dificuldades logísticas do Porto de Pesca, de percepcionar a insubstituível experiência do Mestre – independentemente das tecnologias a bordo -, de viver as múltiplas tentativas para encontrar peixe numa área de costa ainda significativa – desde o largo de Portimão até quase Albufeira e depois até à ponta de Sagres – e de constatar que a tripulação era composta por várias gerações. 
Passadas quase duas décadas voltei a estar uma noite numa traineira tradicional para a faina da sardinha, sendo mais um marítimo a bordo. Durante oito horas tive o previlégio de acompanhar a aparelhagem da embarcação, de sentir as dificuldades logísticas do Porto de Pesca, de percepcionar a insubstituível experiência do Mestre - independentemente das tecnologias a bordo -, de viver as múltiplas tentativas para encontrar peixe numa área de costa ainda significativa - desde o largo de Portimão até quase Albufeira e depois até à ponta de Sagres - e de constatar que a tripulação era composta por várias gerações. Mais do que uma reviver uma experiência, desembarquei com a convicção de que muito há a fazer para apoiar a pesca tradicional, desde as condições portuárias até a apoios concretos para que os jovens prossigam a actividade dos seus pais e avós, não só como pescadores mas também como empresários. A dita prioridade da economia/cluster do mar deve apostar também na pesca artesanal e tradicional, estimulando com medidas concretas o seu crescimento e desenvolvimento. Ganhará o sector e o próprio Pais!
Mais do que uma reviver uma experiência, desembarquei com a convicção de que muito há a fazer para apoiar a pesca tradicional, desde as condições portuárias até a apoios concretos para que os jovens prossigam a actividade dos seus pais e avós, não só como pescadores mas também como empresários. A dita prioridade da economia/cluster do mar deve apostar também na pesca artesanal e tradicional, estimulando com medidas concretas o seu crescimento e desenvolvimento. Ganhará o sector e o próprio Pais!
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