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Delegação do PCP visita repartições de finanças que o Governo quer encerrar

3 de Novembro de 2013

Uma delegação do PCP, integrando o deputado na Assembleia da República eleito pelo Algarve e membros da Direção da Organização Regional do Algarve, visitou as repartições de finanças de Alcoutim e Castro Marim, no dia 28 de outubro, e de Monchique, Aljezur e Vila do Bispo, no dia 29 de outubro. Uma visita à repartição de finanças de S. Brás de Alportel será realizada oportunamente.

financaspics

A delegação do PCP manifestou aos funcionários dos serviços de finanças a sua “profunda preocupação com a intenção do Governo de proceder ao encerramento de um elevado número de repartições de finanças em todo o país e, em particular, no Algarve, privando as populações dos concelhos afetados de um serviço público de proximidade e colocando em causa os postos de trabalho dos trabalhadores das finanças”.

“O encerramento de serviços públicos – escolas, extensões de saúde, balcões da segurança social, estações dos CTT e instalações de forças de segurança –, somado à redução do investimento, ao abandono das atividades produtivas e à falta de emprego, tem contribuído para acentuar o processo de desertificação e despovoamento nos concelhos e freguesias do interior serrano algarvio. Com o encerramento das repartições de finanças o Governo castiga novamente os concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Monchique, Aljezur, Vila do Bispo e S. Brás de Alportel, já tão flagelados pela política do Governo de ataque às funções do Estado”, sublinha o PCP.

Assim, “O PCP rejeita liminarmente o compromisso assumido pelo PS, PSD e CDS, no âmbito do Memorando da Troica, de redução do número de serviços locais de finanças, assim como de outros serviços prestados pelo Estado, com o objetivo de transferir para os grupos económicos importantes e rentáveis áreas na prestação de serviços públicos à custa do condicionamento ou mesmo da exclusão do acesso das populações a esses serviços”.

A concluir O PCP garante que “continuará, ao lado dos trabalhadores e das populações, a sua luta em defesa dos serviços públicos, pelo reforço dos meios humanos e materiais desses serviços, como elemento essencial à concretização dos direitos das populações e ao desenvolvimento do país”.

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